CRÍTICA | Guerra Civil (2024), de Alex Garland

CRÍTICA | Guerra Civil (2024), de Alex Garland

RUA23 de abril de 20243 min read
O novo longa Alex Garland, Guerra Civil (2024), pode ser tudo, menos uma ótica representativa de guerra (salvo a insanidade e estereótipos delirantes). Ao se esquivar do aspecto político intrínseco ao conflito armado proposto, carece ao filme profundidade e complexidade narrativa, quando o objetivo de contemplar a atuação do fotojornalismo se reduz em formalismos: o juízo estético é mesmo apartado de razões éticas/sociais?
CRÍTICA | Evidências do Amor (2024), Pedro Antônio

CRÍTICA | Evidências do Amor (2024), Pedro Antônio

RUA18 de abril de 20243 min read
Evidências do Amor é um suspiro de amor, carinho e brasilidade ao exaltar a famosa canção com uma história simples, mas graciosa.
CRÍTICA | Levada da Breca (1938), Howard Hawks.

CRÍTICA | Levada da Breca (1938), Howard Hawks.

RUA17 de abril de 20245 min read
Obra-prima da screwball comedy americana, Levada da Breca (1938) contribui para a consolidação da comédia romântica ao apresentar uma história nada convencional.
CRÍTICA | Ghostbusters: Apocalipse de Gelo (2024), Jason Reitman

CRÍTICA | Ghostbusters: Apocalipse de Gelo (2024), Jason Reitman

RUA16 de abril de 20246 min read
Os personagens, imersos nesse universo retrô fabricado, parecem negar a realidade presente. Prendendo-se numa era que já passou, igual aos fantasmas que eles caçam.
CRÍTICA | Dias Perfeitos (2023), Wim Wenders

CRÍTICA | Dias Perfeitos (2023), Wim Wenders

RUA14 de abril de 20244 min read
Dias perfeitos é uma grande homenagem do Wim Wenders, não só ao cinema Yasujiro Ozu, mas também ao Japão como um todo, e talvez justamente por isso que a sua simplicidade acaba se prendendo em uma falsa complexidade, tal qual a de um olhar estranjeiro em uma sociedade diferente.

CRÍTICA | Guerra Civil (2024), de Alex Garland

O novo longa Alex Garland, Guerra Civil (2024), pode ser tudo, menos uma ótica representativa de guerra (salvo a insanidade e estereótipos delirantes). Ao se esquivar do aspecto político intrínseco ao conflito armado proposto, carece ao filme profundidade e complexidade narrativa, quando o objetivo de contemplar a atuação do fotojornalismo se reduz em formalismos: o…

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CRÍTICA | Dias Perfeitos (2023), Wim Wenders

Dias perfeitos é uma grande homenagem do Wim Wenders, não só ao cinema Yasujiro Ozu, mas também ao Japão como um todo, e talvez justamente por isso que a sua simplicidade acaba se prendendo em uma falsa complexidade, tal qual a de um olhar estranjeiro em uma sociedade diferente.

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CRÍTICA | Duna 2 (2024), de Denis Villeneuve

A comparação com o filme de 2021 é inevitável, mas felizmente a continuação não se prende a exposição de conceitos e conflitos do universo do longa, mas mantém o foco em um complexo desenvolvimento de personagens.

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CRÍTICA | Godzilla e Kong – O Novo Império (2024), Adam Wingard

“Godzilla e Kong – O Novo Império”, dirigido por Adam Wingard, o mesmo responsável pelo excelente “Godzilla vs. Kong” de 2021, é a mais recente adição a esse universo cinematográfico. Nesta sequência do Monstroverso, a humanidade está prestes a descobrir, da pior forma possível, uma ameaça colossal escondida nas profundezas da Terra.

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CRÍTICA | About dry grasses (Ervas Secas) (2023), Nuri Bilge Ceylan

É mediante a dramatização de uma “alquimia” das estações, que o diretor turco Nuri Bilge Ceylan explora as nuances sutis e complexas da ética humana, simbolizadas pelo olhar invernal de um professor da cidade grande que se transfaz em “faíscas” e “lampejos” no convívio social de uma aldeia, com modos e viveres conflitivos que questionam…

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CRÍTICA | Kung-Fu Panda 4 (2024), Mike Mitchell

Kung-Fu Panda 4 despontou de forma polêmica: uma nova aventura de Po baseada na nostalgia dos antigos vilões – uma boa obra pras crianças e também pros adultos que assistiram os primeiros filmes, ou mais uma continuação forçada e uma tentativa de atrair o antigo público?

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Streaming e TV

Uma análise do potencial social dos dramas adolescentes nas plataformas de streaming a partir da série Sex Education

Sex Education não só possui grande potencial social, mas também exerce tal função com excelência. Ao incluir em seu enredo conteúdo informativo/educacional a respeito da sexualidade na adolescência, a série consegue unir o advento da TV globalizada ao fato de possuir um conteúdo considerado generalista, com tópicos universais, e pode ser agradável a diversas audiências,…

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A ironia como ferramenta crítica: uma análise da sátira sobre a Internet e seus impactos atuais presente no filme Inside (2021)

Por: Ana Menezes Introdução Inside (2021), é um especial musical da Netflix dirigido, roteirizado, interpretado e montado pelo comediante norte-americano Bo Burnham. O filme foi traduzido e legendado para 29 idiomas diferentes (segundo o próprio site da Netflix), obteve feedback positivo por grande parte de seu público (Rotten Tomatoes; IMDB) e vencedor de uma dezena…

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THE IDOL (2023) E O ESVAZIAMENTO ESTILIZADO

O aspecto composicional de imagem e som em The Idol é extremamente pobre e superficial, existindo nesse contexto apenas para servir uma vaidade dos realizadores, que estão mais preocupados em criar uma fantasia sexual perturbadora e uma provocação rasa do que construir e elaborar uma narrativa complexa
e coesa.

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VAI NA FÉ (2023): UMA RELEITURA DO PASSADO COMO REPARAÇÃO PARA UM FUTURO PROMISSOR (DA TELENOVELA?)

O presente ensaio visa discutir como a representatividade (étnica, sexual e religiosa) é desenvolvida na telenovela Vai na Fé (2023), de Rosane Svartman, a partir das esferas cinematográficas e narrativas (roteiro, cenografia, trilha sonora, etc.), assim como no âmbito da produção (marketing e patrocínio), apontando para uma possível tendência a ser seguida frente às discussões…

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PLATAFORMA AMAZÔNIAFLIX E A DIFUSÃO AUDIOVISUAL PRODUZIDO NA AMAZÔNIA

O artigo visa compreender o espaço reservado para a difusão do audiovisual amazônico dentro da nova lógica de consumo e exibição por meio das plataformas de streamings, analisando  a atuação da plataforma AmazoniaFlix nesse contexto. Para isso, traça-se um panorama do cinema  amazônico desde o século XX, ressaltando a dominação do mercado por realizadores externos…

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