Crítica | Perfect Blue (1997), de Kon Satoshi
Perfect Blue é um drama, com elementos surreais, que servem não só para criar uma imagem interessante, mas também para transmitir ao espectador os sentimentos da personagem.
Perfect Blue é um drama, com elementos surreais, que servem não só para criar uma imagem interessante, mas também para transmitir ao espectador os sentimentos da personagem.
Numa parceria inesperada, Wes Anderson retorna pela segunda vez no ano. Dando chance aos curtas e média-metragens, o diretor apresenta 4 novos filmes para o serviço de streaming. Todos adaptados de contos de Ronald Dahl, o conjunto se une espiritualmente pela forma como se deu sua produção, com os mesmos atores e ao mesmo tempo.
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Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo: a arte do excesso
O presente estudo busca compreender as manifestações da estranheza dentre aspectos conceituais e estéticos presentes em obras cinematográficas realizadas na Grécia após as sequelas sofridas pelo país balcânico durante a crise econômica mundial de 2008, ocasionada principalmente pelo rompimento da bolha imobiliária norte-americana.
Por Ana Vitória O melodrama, cuja definição vem da junção de música (melos) com drama, tem sua origem no teatro. Popularizando-se na França, a partir do século XVIII, as tramas…
A aba subjetiva da Revista Universitária do Audiovisual (RUA) compreende todos aqueles textos que se encaixem nas características de artigos, críticas ou ensaios, sem um tema previamente selecionado.
A Noite Amarela (2019) é uma dicotômica dinâmica de luz e sombra sobre ser jovem hoje em dia.
Com registros em VHS e se cercando de momentos lúdicos, o filme consegue construir um ambiente noventista e juvenil que, em desbalanço, é explorado de forma acanhada e repetitiva.
Em um filme de direção tripla (Júlio Bressane, Rosa Dias e Rodrigo Lima), Rosa e Bressane fazem uma viagem tátil de exploração do pensamento nietzscheano.