CRÍTICA | O Menino e a Garça (2023), Hayao Miyazaki

Se tem algo que me fascina nos filmes do Studio Ghibli são as doses de realidade e fantasia que, misturadas com um profundo carinho e delicadeza, trazem ao espectador a história que se quer contar sem precisar se apegar aos detalhes. Mas não significa que os detalhes devem passar despercebidos, muito pelo contrário.

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CRÍTICA | Guerra Civil (2024), de Alex Garland

O novo longa Alex Garland, Guerra Civil (2024), pode ser tudo, menos uma ótica representativa de guerra (salvo a insanidade e estereótipos delirantes). Ao se esquivar do aspecto político intrínseco ao conflito armado proposto, carece ao filme profundidade e complexidade narrativa, quando o objetivo de contemplar a atuação do fotojornalismo se reduz em formalismos: o juízo estético é mesmo apartado de razões éticas/sociais?

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